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Toda
vez que pensamos nas questões que envolvem a gestão de pessoas e
promoção de qualidade de vida, devemos estar atentos às mudanças
existentes nas relações no próprio ambiente corporativo. É indiscutível
que o nível de informação da força de trabalho está diferente e
ampliado com uma crítica mas afiada, haja visto o turbilhão de recursos
de comunicação que dispomos atualmente.
O comando
das empresas deverá estar atento às diferenças existentes
nas relações da corporação com o grupo de trabalho e, ter claro
o conceito de que o patrimônio humano é o efetivo gerador de resultados - sem contar com as questões relativas à responsabilidade social, do que falaremos em outra oportunidade.
Estes
geradores de resultados deverão ser foco de ações continuadas com
objetivos nítidos para que estes se sintam realmente parte integrante
de um sistema de resultados e não apenas uma ferramenta descartável.
A visão
de que as pessoas não são simplesmente matrículas ou recursos dotados de habilidades
ou matrículas e sim talentos a serem aperfeiçoados e mantidos deve
ser assumida quando se pensa na promoção de bem-estar na corporação.
O sentido de business entra no setor de RH das empresas
e, cada vez mais impõe a participação deste nas estratégias geradoras
de satisfação.
A mudança
de cultura necessária ao ambiente corporativo deverá ser foco na
transformação de uma mudança de cultura onde o funcionário deverá
passar de mão de obra pura e simplesmente a colaborador e isso só
se faz de forma contínua e clara com o comprometimento de toda a
cúpula da empresa de forma transparente.
O pertencimento
e a importância que cada um dá a seu trabalho são fatores a serem
focados pois, faz parte do perfil humano: querer sentir-se parte
e incluso em um grupo, assim como, o de ser importante para a estrutura
de trabalho, pois isto nada mais é do que a constante busca de uma
referência.
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